quinta-feira, setembro 21, 2017

O CAVALEIRO

O Grande governo disse aos comissários a bordo que todos os índios tinham direitos no pássaro preto, e que qualquer conclusão a que chegassem seria respeitada…Sou um índio e sou considerado pelos brancos como um cachorro loucoMas isso deve ser porque sigo os conselhos do homem de cara pálida..Tudo o que pedimos é para podermos viver, deixem-nos viver em paz… Cedemos à vontade do Grande estado e fomos nos abrigar nas florestas. Achamos que um índio não podia viver ali como os brancos fazem em galerias. Então, voltamos para mata e a fizemos de casa. É melhor morrer a lutar pelo que se zela do que progredir com a doença da febre amarela, foi o que achamos por sermos seres pássaros e não gostamos da ideia de gaiolas Podem matar-me aqui, mas não me obrigarão a acatar o seu voto que é nulo e rouba muitas vidas, nem meu povo, nós não iremos participar dessa ganancia alimentando o seu diplomata.
A única maneira de nos levarem para reserva marcada é usando clavas para nos baterem na cabeça até amassa-la. Então, depois disso, podem arrastar-nos e deixarem-nos por lá , mortos com a cruz de Faca Embotada. Não queremos homens lagartos nos governos, nem precisamos de um diabo na nossa religião, não ficaremos como ficou o Touro Sentado, porque não pertencemos ao mundo dos brancos, se tentarem tomá-las, manterem ou procrastina-las lutaremos com as armas que agora possuímos no seu imaginário.
Onde estão hoje os vossos "colaboradores"? Onde estão os poderosos e ditadores, os arrogantes da Waal Street, os presidentes corruptos, como eles estão? e as muitas outras tribos de outrora poderosas do nosso povo que sangraram em suas mãos? - Desapareceram nações diante da avareza e da opressão do branco homem pálido, e agora estão como a neve diante de um sol nuclear do meio dia de Verão derreterão sua forma. Vamos deixar que nos destruam, por nossa vez, sem luta, renunciar às nossas casas, à nossa terra dada pelo Grande Espírito, aos túmulos dos nossos mortos e a tudo o que nos é caro e sagrado?
Sei que meus antepassados vão gritar comigo: "Nunca! Nunca!” 






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