quinta-feira, setembro 21, 2017

ELOIM

Namasté, esta noite começo pelo fim que se inicia sendo o avesso do que vivia.
Eu Sou a Luz no céu da estrela guia, o sentinela atento que guarda o seu sono enquanto que dentro do escuro vigia.
Apresento um novo tema como introdução no dia do casamento histórico e tão especial quanto a tese deste mesmo evento.
Um instrumento poderoso chamado trombeta é tocado em córneos de caprinos, este som é agora soprado e foi afinado para anunciar um grande acontecimento, e quando ouvimos seu tocar, nos são para lembrar o dom da realeza e o vão espaço incendeia o real do lugar, quando ouvimos o seu ecoar nos faz pensar que somos adoradores de Deus no som rouco e confuso ao se propagar.
É um chamado para festa continua num toque que vibra como os metais que a forja derreteu, há no quarto elemento sonoro das letras, nos tradicionais apenas, que representa quando o rei acusou a promessa e o reino se comprometeu a recompensar os justos no igual transportar da voz do interior das alturas causando aflições aos impuros, um jogo de all-in com uma mão muito ruim no póquer duro num reflexo dentro do jogador que blefa para amedrontar o ganhador de toda aposta em apuros, como o gato que jogou o olho por cima do muro em um pequeno rato e não observou que o cão esperava pelo oportuno da sua tola distração.
Bendito seja o Eloim que passeia pelo universo em expansão, rei dos reis que encadeia o fóton, detentor do conhecimento da propulsão em reverso da magnitude que anseia a breve descoberta com acesso livre para toda população, herdeiros das virtudes do Mestre Messias. Além da memoria que é falha, já esta no ficheiro akáshicos em nuvem do lado das energias, Ele fixou os olhos e com a cabeça acenou em articuladas do sim, com um certamente apontado pelas demandas apresentadas no quorum lotado com os beija a mim.
Bem aventurado és tu Eloim, que sois o nosso rei universal e nos santificou por seus mandamentos e nos ordenou a ser uma luz nas nações apagadas do seu governo sem fim, pela lei do Cristo também santificado como a luz que brilha neste canto do mundo e do meu lado Benjamin,
Bendito seja seu fruto e o criador que juntou todo o universo e nos consagrou em seus fundamentos de amor e cruzes, assim nos enviou para acender as luzes sobre a história e ascender a obscura glória do sábado leal ligado ao dual do nativo no mangue, para inspirar os profetas e aqueles adoradores que hoje dançam em choque num grande salão de vidro todo enfeitado de muito ouro e fartas pratas sustentando os castiçais enquanto saboreiam num doce vicio um ponche feito de sangue.
Você Grande Espirito que escureceu a noite e a fez de silencio para o corpo cansado descansar no espirito, santificada seja toda tua obra em nome da vossa honra como o leão de Judá louvando em aleluias nosso divino hino.
Agradecemos e louvamos para que santificado seja teu nome nos lábios de todos os seres vivos, tanto agora como para todo sempre,
Bendito seja sua vinda aqui e por todo o além.
Amém!

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