Deus revela-nos as falhas, de maneira a relevarmos as falhas dos outros e assim aproximar-nos cada vez mais da palavra de Deus, elaborando cuidadosamente os textos da Bíblia criam vida, despertam sentimentos e revelam propósitos para os dias atuais, respostas são dadas se formular com perguntas dentro do contexto, rotas alternativas são propostas e desafios são lançados para os religiosos de hoje que não se contentam apenas com uma breve leitura da palavra de Deus.
Atreva-se ao conhecimento dentro dos limites dos fundos do seu coração e caminhe seguro em direção do Criador que pacientemente espera uma comunhão muito mais intensa e sincera com o Deus da sua vida.
Ainda que alguns julguem às tolas, inviáveis ou inconsistente as saídas propostas pela Palavra de Deus, reflita longamente sobre as promessas que revelou e sua aplicabilidade nos dias atuais, à tempos o universo das Escrituras Sagradas superam a compreensão humana, abra o seu coração e permita que o exemplo do Cristo crie vida para você e então a voz do Senhor ecoará em sua alma.
Aprendemos a cada dia, o propósito maravilhoso deste Pai tão amoroso e a sua constante preocupação de manter acessa a chama que arde para o caminho da vida eterna, de acordo com o Amor infinito e Imortal do nosso Pai o Deus todo poderoso, Senhor da vida e, mesmo assim capaz de servir-nos os desejos possíveis; O seu respeito ao nosso livre arbítrio e o seu ensinamento de praticarmos o mesmo ao próximo, o exemplo da lição que deixou, dando uma aula pratica e não mais só teorica, como no encanto que se desperta, abra as portas do seu porão e liberte-se do fantasma que existe nos degraus do seu escuro.
E, por fim, à Você que por acreditar no poder da Palavra, me dá a oportunidade de, juntos, estabelecermos aqui, agora, O Reino de Deus e ver que a sua paz se multiplica em todo o seu Reino e para todos os momentos; Porque Deus amou o mundo que criou de tal forma e de tal maneira, que assistiu seu filho unigênito, ser humilhado e torturando o seu corpo, levaram consigo o flagelo da humanidade, pelas feridas e para que todo o que nele crê não perca, mas tenha a vida eterna, as pessoas o alvo do Amor de Deus. O Mestre não viveu por reinos de grandes terras, nem por negocios lucrativos ou domínios de territórios e tudo aquilo que o dinheiro não compra, sucumbiu por mãos de pessoas incrédulas e dominadas pelas mais fúteis das paixões carnais.
A história nos conta como Issa (Jesus), na idade de treze anos, partiu da casa dos pais, em Jerusalém, viajando na companhia de alguns mercadores para Sindh (Índia), para estudar as leis dos grandes Budas e se aperfeiçoar na palavra divina.
Durante seis anos ele ensinou os escritos sagrados em Juggernaut, Benares e outras cidades da província de Oriss; Os sacerdotes brâmanes se voltaram contra ele, quando Issa pregou o monoteísmo e os direitos dos sudras ou classe operária. “Deus Pai não faz diferença entre seus filhos; todos lhe são igualmente caros”, disse Issa aos ricos e privilegiados; Ele escapou, por um triz, de um atentado, tramado por sacerdotes e guerreiros, fugindo para o Nepal e o Alto Himalaia (Tibete), onde ficou seis anos pregando a perfeição mais elevada para a humanidade. “Os milagres de nosso Deus começaram com a criação do universo”, disse ele aos ouvintes. “Eles acontecem todos os dias e todos os momentos. Quem não os vê não consegue ver as coisas mais bonitas da vida.” Voltando para casa, ele ficou uns tempos na Pérsia e, também lá, os sacerdotes se voltaram contra ele porque Issa era contra o dualismo: “O Espírito Eterno se encontra em todas as coisas; vocês estão errados dividindo-o em Espírito do Mal e Espírito do Bem, porque Deus é tudo”.
Aos 29 anos, ele voltou para a Judéia, e os boatos sobre sua grande popularidade chegaram também aos ouvidos de Pôncio Pilatos, governador romano, que o acusou de subversão; Os sacerdotes e escribas judeus examinaram os relatórios e declararam Issa inocente, descrevendo-o como uma pessoa que aconselhava paciência para com o jugo romano, e que era um grande defensor da mulher: “Respeite a mulher, porque ela é a mãe do universo, e todas as verdades da criação divina estão dentro dela... conquistando seu amor e seu coração você alegrará Deus e muitos dos seus pecados serão perdoados”.
Pilatos estava furioso com a popularidade crescente do profeta judeu e ordenou a um de seus espiões que acusasse Issa de subversão. Mas de novo - assim diz o documento - as autoridades judaicas
recusaram condená-lo. Mesmo assim Pilatos ordenou sua execução.
O Mestre Kuthumi foi o Chohan do 2o. Raio da Iluminação Divina e em 1956 assumiu, juntamente com o Mestre Jesus, o cargo de Instrutor do Mundo. É o hierarca da Catedral da Natureza, em Kashmir, Índia, e líder dos Irmãos do Manto Dourado, sendo o mestre da Chama Dourada, da Sabedoria. Kuthumi também mantém um foco em Shigatse, Tibet, onde toca música clássica sagrada do Oriente e Ocidente e composições das hostes celestes, bem como das primeiras raças-raízes da Terra, num órgão afinado com a música das esferas, atraindo almas, pelo som sagrado que é Deus, para fora do plano astral até os retiros etéricos da Fraternidade.
Ele muito já contribuiu para a sabedoria e Iluminação da Humanidade, através de algumas encarnações já conhecidas: foi Tutmoses III, (faraó, profeta e alto sacerdote no período do Novo Império, egípcio); Pitágoras, filósofo, astrônomo, músico e matemático grego do século sexto A.C. (formulou as partes essenciais da geometria de Euclides e as idéias astronômicas avançadas que conduziram às hipóteses de Copérnico; foi iniciado pelos magos zoroastrianos); Francisco de Assis,(que abandonou uma vida muito rica para se juntar aos pobres e leprosos com o fim de trabalhar para a obra de Deus – apresentava as 5 chagas de Cristo; foi canonizado pela igreja católica; era relevante o seu amor pelos animais); Shah Jahan (Imperador Mogul da Índia no século dezesseis - durante seu reinado de iluminação, a Índia entrou em sua era de ouro da arte e arquitetura; construiu o Taj Mahal). Em sua última encarnação foi Mahatma Kuthumi.
Era um punjabi, cuja família se estabelecera em Kashmir. Frequentou a Universidade de Oxford em 1850. Relata-se que ele trabalhou com Madame Blavatsky; ele e o Mestre El Morya foram instrumentados para que a Teosofia surgisse.
Passou o resto dos seus anos em convento de lamas, em Shigatse, Tibet, onde seu contato com o mundo externo incluía escritos didáticos enviados pelo correio a alguns dos seus devotos estudantes; Essas cartas estão hoje nos arquivos do Museu Britânico.
A missão do Mestre Kuthumi e de seu sucessor Amado Mestre Lanto e do atual Chohan do segundo Raio, Mestre Confúcio, é melhorar o conhecimento dos países e das raças, dedicando-lhes muita atenção; Só quando a mente externa da humanidade, o coração compreensivo falar, realizar-se-á a verdadeira Fraternidade Universal. O Raio Dourado representa a segunda pessoa da Santíssima Trindade, também chamado FILHO e a sua atuação constitui para o ser humano, uma das etapas mais espinhosas no processo de desenvolvimento, porque embora a Sabedoria aparente for paz e serenidade (visto que não é provada pela força e sim pela paciência interior), exige a difícil virtude de saber escutar e esperar.
ARTIGO PRINCIPAL
Quando Mirza Ghulam Ahmad Qadiani, fundador do movimento Ahmadia clamou ser o Prometido Messias e Mahdi, ele foi lembrado sobre o retorno de Hazrat Isa ibne Maryam (Jesus Cristo) dos céus. De acordo com a crença Muçulmana, Hazrat Isa (Jesus) descerá dos céus em Damasco e com Imam Mahdi trabalhará para propagar o Islã. Mirza Ghulam Ahmad negou a verdade desta crença muçulmana e disse que Jesus morreu.
Mirza Ghulam Ahmad rejeita um dos fundamentos da doutrina islâmica, que é o da segunda vinda de Hazrat Isa ibne Maryam (Jesus Cristo). Mais exatamente Mirza Ghulam disse que Jesus morreu de morte natural e ainda situou a sepultura na rua Khanyar, Srinagar, Kashmir. Mirza Sahib escreveu um livro “Jesus na Índia” onde dá um relato detalhado do que realmente aconteceu na cruz, de acordo com ele, Jesus foi colocado na cruz pelos judeus na sexta-feira; Jesus desmaiou e os judeus pensaram que ele estava morto.
Ele foi enterrado, mas três dias depois recobrou a consciência e saiu da sepultura, na época com 33 anos. Após isso, encontrou-se com seus discípulos e secretamente migrou para Índia, onde morreu com 120 anos.Vamos ver os seguintes trechos deste livro:“Por isso, eu provarei neste livro que Jesus (a paz esteja com ele) realmente não morreu na cruz, nem se elevou aos céus, nem pode ser esperado que ele retornará a terra dos céus; digo mais, ele morreu com 120 anos em Srinagar, Kashmir, e sua sepultura está em Khanyar, região de Srinagar”.(Maseeh Hindustan Mein, Roohami Khazai.“Autentica narração de Hadith prova que nosso Sagrado Profeta (pbuh) disse que Maseeh viveu até a idade de 120 anos.
E isto é ACEITO POR TODAS AS DIVISÕES DO ISLÃ que na pessoa de Jesus duas qualidades estavam combinadas, as quais não estão presentes em nenhum outro profeta. Primeiro, ELE VIVEU TODA A SUA VIDA (ele viveu por 125 anos); Segundo, ele viajou por quase todas as partes do mundo... agora é óbvio que se ele tivesse ascendido aos céus aos 33 anos, então a Tradição de 125 anos não estaria correta, nem ele poderia ter viajado por todos estes lugares em uma idade tão jovem quanto 33 anos; Estas tradições não são apenas mencionadas no autentico e antigo livro de Hadith, mas elas são tão populares entre muçulmanos que nenhuma outra pode ser imaginada tão famosa. (Maseeh Hindustan Mein,(Messias na Índia) Roohami Khazain.
A era cristã (DC) começa com o nascimento de Hazrat Isa ibne Maryam (Jesus) em 1 DC. Jesus de acordo com Mirza Sahib morreu com 120 anos, o que significa 120 DC. Agora vamos examinar o seguinte trecho de “Anjam-e-Atham” escrito por Mirza Ghulam Ahmad. “O Sagrado Alcorão claramente diz que o Masih foi elevado aos céus após sua morte. Portanto, sua descida é simbólica e não real. E no verso “Falamma Tawaffeteni”foi claramente manifesto que que a morte de Hazrat Isa (pbuh) já aconteceu. O significado do verso é que os cristãos perderão o caminho após a morte de Hazrat Isa (pbuh) e não durante a vida dele.
Então se nós assumirmos que Hazrat Isa (pbuh) não está morto, então nós teremos que concordar que os cristãos não estão ainda desviados, e isto é absolutamente falso. Além, o verso diz que os cristãos permanecerão com fé somente até o tempo de vida de Hazrat Isa (pbuh). Disto, torna-se conhecido que a corrupção já havia começado a época dos Discípulos. Se o período dos discípulos foi tal que os cristãos ainda continuam no caminho certo, então neste verso Allah não teria ligado-o com o tempo de vida apenas de Hazrat Isa (pbuh), mas também teria incluído o tempo de vida dos discípulos também. Portanto, nesta conjectura um ponto muito interessante no período de corrupção no cristianismo está ilustrado e o qual na verdade, durante o tempo dos discípulos, as sementes de SHIRK (associando um parceiro a Deus) foram semeadas no cristianismo. (Anjam-e-Atham, Roohami Khazain
OS PONTOS IMPORTANTES DO TEXTO ACIMA SÃO:
Mirza Ghulamdá supostas provas de que Jesus morreu com 125 anos.
Os cristãos só estavam no caminho certo durante a vida de Jesus.
Ele não foi feito Deus ou filho de Deus durante sua vida.
Sementes de SHIRK (Trindade) foram semeadas após a morte de Jesus. Durante a vida de Jesus não há possibilidade de tal digressão. Mirza Ghulam cita o verso de “Falamma Tawaffetini” (5:117) do Alcorão, sugerindo que Alá está garantindo proteção de tão venalidade apenas durante a vida de Jesus.
Desde que Mirza Ghulam afirmou em seu livro “Jesus na Índia” que Jesus morreu em 120 DC, portanto semeando as sementes da Trindade (SHIRK) associando parceiros com Deus não poderia ter acontecido antes de 120 DC. Isto significa que Hazrat Isa foi feito Deus e filho de Deus apenas depois de 120 DC. Antes de 120 DC nenhum homem poderia ter a crença que Hazrat Isa é Deus ou filho de Deus. Portanto o ano 120 DC torna-se a data mais importante.
Agora vamos examinar alguns trechos de um outro livro de Mirza Ghulam Ahmad, Chashma-e-Masihi (Rohani Khazain.“Todas as coisas ruins foram introduzidas nesta religião (cristianismo) por Paulo. Hazrat Isa era uma pessoa tão sem egoísmo que ele mesmo não queria que ninguém o chamasse de piedoso, mas Paulo o fez Deus.” (Chashma-e-Maseehi, Roohani Khazain;“E desde o começo, ele (Paulo) implantou a semente ruim da Santíssima Trindade em Damasco. E é por causa disto que Hadith Shareef sugestionou que o futuro Messias descera na parte leste de Damasco. (Chashma-e-Maseehi, Roohani Khazain
Neste livro, Chasma-e-Masihi, Mirza Ghulam Ahmad claramente afirma que São Paulo foi responsável pela doutrina da Santíssima Trindade e, portanto, tornando Jesus em Deus. È bem conhecido o fato que São Paulo morreu em 64 ou 67 DC. Os 100’ dão o ano de sua morte como 64 DC. A Enciclopédia da Religião e Ética diz:“ Que ele sofreu o martírio em Roma não há duvida... a data está entre 64 e 67 DC, mais próxima provavelmente da primeira do que da ultima.” (Enciclopédia vol.9 p.694)
ARGUMENTOS FINAIS
No livro “Jesus na Índia”, Mirza Ghulam provou que Jesus morreu em 125 DC.
No livro “Anjam-e-Atham”, Mirza Ghulam claramente afirmou que as sementes da Trindade não foram semeadas até 120 DC.
No livro “Anjam-e-Atham”, Mirza Ghulam claramente afirmou que São Paulo fez Jesus Deus.
Paulo morreu em 64 ou 65 DC enquanto que Jesus morreu em 120 DC. Portanto, Paulo morreu pelo menos 55 anos antes de Jesus; Já que Paulo deve ter ensinado a doutrina da Santíssima Trindade durante sua vida, isto significa que Jesus foi proclamado Deus pelo menos 55 anos antes de sua morte. Em outras palavras, em 65 DC Jesus foi proclamado Deus/Filho de Deus 55 anos antes de sua morte (120 DC).
Enquanto ele (Jesus) estava vivo na Kashimira, estava sendo ao mesmo tempo adorado como Deus.
Portanto o comentário de Mirza Ghulam sobre o verso 5:117 (Falamma Tawaffetini) do Sagrado Alcorão, no livro “Anjam-e-Atham”, no qual ele diz, que os cristãos proclamaram
Jesus Deus somente após a morte em 120 DC torna-se completamente errada.
Este é um pequeno erro para alguém que afirma ter sido ordenado divinamente como Messias, Um Mahdi e um Profeta? Um erro tão crasso. Tão obviamente e profundamente errado! Tão completamente errado!
Se Mirza Ghulam estivesse vivo e esta questão tivesse sido posta a ele, ele poderia ter dito: “Eu sou um ser humano e posso cometer erros.” Mirza Ghulam havia afirmado que Deus o ajudará nesta questão.
Pode Deus estar errado? Não, apenas a afirmação de Mirza Ghulam está errada. Se ele pode estar errado em uma coisa, que prova há que ele não pode estar errado em outras coisas; A idéia principal de tentar provar que Jesus está morto era estabelecer sua afirmação de ser o Prometido Messias e Mahdi. Seu argumento era que se Jesus está morto, então ele não retornará, porque isto é contra os princípios de Alá.
Então algum outro irá assumir o papel de Jesus este um é Mirza Ghulam Ahmad. Sobre estes argumentos, prova-se conclusivamente que Mirza Ghulam não pode sustentar sua afirmação de ser o Prometido Messias e Imam Mahdi. Portanto ele não é Imam Mahdi e nem o Prometido Messias. Como conseqüência ele não é um Profeta, porque um Profeta verdadeiro não dá falsos testemunhos.
UM OUTRO PONTO INTERESSANTE
Foi escrito pelos Ahmadis em Tafseer de Quran Majeed que Jesus mantinha uma cuidadosa vigilância sobre os seus seguidores enquanto estava vivo. Ele realmente mantinha um olhar cuidadoso na Palestina e Roma onde Paulo o proclamou Deus e filho de Deus visto que ele estava vivo; De acordo com Mirza Ghulam, Jesus aos 33 anos foi crucificado e depois disso fugiu da Palestina para sempre. ELE SECRETAMENTE MIGROU PARA A INDIA e permaneceu vivo por mais 87 anos, e lá, na cidade de Srinagar, Kashimir morreu aos 120 anos; Ele não manteve contato com ninguém da Palestina nestes 87 anos; Os palestinos não sabiam que Jesus estava vivo e Hazrat Isa não sabia que o povo na Palestina havia começado a adorá-lo como a um Deus e filho de Deus. Portanto na terra onde ele fora enviado como mensageiro (Palestina) e onde ele fora proclamado Deus/filho de Deus, ele manteve um olhar cuidadoso somente até os 33 anos e os outros 87 anos restantes de vida não manteve nenhum controle sobre eles. Que erro óbvio!
Lembre-se: Todas essas são declarações de Mirza Ghulam Ahmad, fundador da Associação Ahmadia, e nós temos apenas a palavra dele contra ele. SERÁ QUE OS AHMADIS, SEUS SEGUIDORES, PODERIAM GENTILMENTE ESCLARECER OS PONTOS ACIMA OU RETIFICAR SUA CRENÇA.
No rastro do Messias.
Conheça alguns dos homens cuja identidade se confunde com a de Jesus.
Yus Asaf, o curandeiro
No século 1, o andarilho Yus Asaf (“líder dos curados”, em persa),
percorreu o Oriente Médio, realizando milagres e curas semelhantes aos
de Jesus.
Segundo essa versão, ele não teria morrido na cruz: aos 33 anos, teria
seguido para o norte da Índia, onde viveria até os 120 anos. Seu suposto
túmulo, em Srinagar, atrai peregrinos até hoje.Origem: Caxemira.
Fontes: Tahrik-i-Kashmir (“História da Caxemira”) e a escritura hindu Bhavishya Mahapurana.
Quem acredita: seguidores da seita ahmadi, uma corrente do islã, e alguns adeptos do hinduísmo.
Apolônio, Da Capadócia
Lendas e livros antigos contam que Apolônio foi concebido pelo
Espírito Santo, nasceu de uma virgem e partiu jovem para conhecer o
mundo. Controlava as leis da natureza, curava doentes e conseguia até
evitar guerras. Apesar das coincidências, seu nome era Apolônio, da
Capadócia (atual Turquia). Morreu em Éfeso, aos 100 anos. Só faltou ser
na cruz.Origem: Capadócia (atual Turquia).
Fontes: A Vida de Apolônio, livro do século 3.
Quem acreditava: pagãos do Império Romano.
Um botisatva budista
Uma lenda indiana diz que, para salvar Jesus
da perseguição do rei Herodes, seus pais foram para o Egito. No
caminho, ele teria convivido com budistas em Alexandria. O contato de Jesus
com o budismo também está em A Vida de São Issa. Escrito no século 2, o
texto fala de um profeta de Jerusalém que estudou num mosteiro do
Nepal. Até hoje, budistas consideram Jesus um botisatva, “homem iluminado”, em sânscrito.Origem: Egito, Índia e Tibete.
Fontes: A Vida de São Issa.
Quem acredita: alguns budistas.
Issa, o profeta
O Alcorão conta que o filho de Maria nasceu num dia de sol, na sombra de uma tamareira. Nesse livro, Jesus é conhecido como Issa, profeta da linhagem iniciada por Abraão e concluída por Maomé. Nessa versão, o suposto Jesus
também não morre na cruz. “Não sendo, na realidade, certo que o mataram
nem o crucificaram, mas o confundiram com outro”, diz o versículo 157,
da 4ª surata.Origem: Oriente Médio.
Fonte: Alcorão.
Quem acredita: muçulmanos.
Que Deus possa ajudá-los a entender o que é certo e errado e dá-los coragem para seguir o caminho certo.
Amém.


Nenhum comentário:
Postar um comentário