domingo, janeiro 22, 2012

O QUE SABE UM TEMPLÁRIO


As teorias multiplicam-se entre o povo, a crença e a religião, o Priorato em queda com seu traidor sentado na mesa de um jogo, observado por agente em campana do Bispo moribundo em confissão.

Os Anjos dos Céus vem anunciar sem as trombetas nem nuvens, uma era que faz vento forte com trovão, que mudança grande chegou e não veio a geladeira nem precisa de fogão, mostram um ajuste no terreno global em alinhamento com o perdigueiro maior no seu quintal, trás mudanças no Colorado na terra dos patos, o faro denuncia o cheiro da caça, e o martelo da obra quem vai acabar com o serviço da escuridão.

Nos trópicos o índio de pé vermelho apaga no atlas, como cera de giz, a linha do equador no tabuleiro, em Capricórnio o magnetismo da latitude muda a orbita do pólo, faz o Rio virar mar, a semente do mal arrancada da terra pela sua raiz, do sul vem territórios em expansão, nascendo ilhas do chão, na cidade dos arranha-céus, em Santiago o rebento da imperatriz, o clarão sem luz, apenas um som do humano comprometido com o mal, o que é belo na Rússia o homem mau não poderá ver, nem o radar de um couraçado captar, leva duas Torres defendendo um Rei, revela como a força da Rainha natureza entrando em ação, nada mais vai sobrar do Japão, colunas e pilares destruídos, dois Cavalos caídos no chão.

A águia americana perdeu seu ninho, voa sem destino perambulando em vão, não tem árvore para pousar, acuada não pode mais caçar, acredite você ou não, no caminhos dos ciprestes secos montanhas de pedras rolarão sobre a terra dos Muçulmanos e na região da Capadócia, assim como na obra do martelo em construção.

Na mansão que mora o bastardo, se traduz como favela, o luxo queimado como a cera que queima na luz da vela, da cozinha só há fachada, toalha de linho sobre à mesa sem o pão para comer, e o barulho, é o que trás maior temor, a fome fala aos ouvidos como um tagarela, que assim espera ser dispensado da missão, com bandeira amarela um homens que traja vermelho divulga às primeiras noticias e movem os moinhos numa simples rajada, elas se multiplicam com à velocidade do som por toda parte, imagine fumaça exposta ao vento de um tufão.

A ave rapina listada de azul já não voa mais e prosfera o som do mistério, um grito que sera ouvido por todo o mundo, vem pelo céu de janeiro como um arco e sua flecha, é assustador, o homem astronauta usará como transporte suas botas, e a sola dos seus pés marcharão em ordem com o justo que gera, muitos partirão na seara do caminho que fecha, muitos ficarão em processo de realinho na regeneração, enquanto reis caem em desgraça do seu lado, rendidos pelo humilde do Peão e não há nada à fazer antes da Ave Maria, a hora da comunhão.

O santo que anda com cajado de pastor não terá títulos de profeta, ele esconde o alerta que poderia evitar a queda do cego diante do abismo da visão, à confiança conduzirá como engrenagem do câmbio, movendo com maestria da esperança, será julgado sem juízo e desonrado será seu nome e também sua nação.


Será respeitado o livre arbítrio de todos em comum com cada Espírito, no chão próximo da Europa do descobrimento, surgirá um novo continente, abaixo do Trópico do Centauros, como também brota da terra a Grande Ilha da América do Sul, será governada pelo Arco Celestial da Criação.

Quando testada em sua fé à Oceania será reduzida ao tamanho da mostarda em grão, o litoral descoberto por Colombo, já não existe mais no pequeno mapa do tempo futuro que tenho nas mãos e, no norte, a terra adorada sofre com a floresta do Xingu debaixo d'água, já o Planalto Central será próspero sem corte, nasce um novo jardim, uma nova era, à América Latina ganha massa e na proporção da matemática, soma grandes territórios, assim a vida seguirá sua rotina, enfim preservando a evolução.

Não sinta medo no dia do pesadelo com o temporal, nada poderá mudar a vergonha que passou quando praticou o mal, agora é tempo de vigiar-se e de espera na paz, o mau é como o imã, atrai apenas o mais vil dos metais, ingênua, a criança tola com brinquedo novo, diz que o velho não serve mais.

O sócio do primitivo não habita mais entre nós, um passo em direção do longo caminho que resta, as gerações passando do tempo ruim e juntando a parte que quebrou com a outra metade que ficou, só assim poderá obter o inteiro, Eles, os Guardiões dos Céus, cumprindo o que Jesus anunciou, quando falou em voz de verdades, que Eles já estão entre nós e operam, se Deus determinou, que cumpra-se assim, por todas as partes em conflito e em todos os cantos do infinito sua Divina Vontade.

O Rei subjugado.

XEQUE MATE
FYI_ O que sabe um Templário, nada além do que sabem vocês, movimenta-se entre selvas de feras famintas, uma presa frágil na espreita que a fome espera, com o movimento do rock, armam o jogo, como a peça que encaixa no tabuleiro do xadrez.

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