Eu não quero mais fingir, aprendi que mentir é um subterfúgio que só causa dor.
Eu não espero que um dia a gente possa refletir, que maneira de descobrir porque mãe natureza fez surgir à cor, o que for diferente do seu tom quando explicar a diferença plena em sutilezas das cores em uma só flor. Somos dois filhos á beira mar, tarde linda que não quer passar, à sombras da arvore grande da vida vendo o sol que insiste em se pôr, são às duas ilhas do fundo em alto-mar, um arco-iris no céu do atlântico sul, são as penas amarelas do seu brinco que voam ao vento e vem compôr o meu cocar azul.
Eu não quero mais dormir, fechar os olhos para o que já se anunciou, o destino escolheu ou seja lá como for, este mundo se perdeu, o que você procura encontrar nas pessoas do bem, adoeceu. Vejo o nulo conjugado ao infinito, e sem pudor não me iludo, tudo está ao contrario nesse estado desumano, se eu luto em uma guerra que não me alistei, isso foi o que me impõe o seu rei, uso minha paz como arma por que não quero espada na mão defendendo a lei, pode o destino dar o azar, prefiro ter como proteção o meu escudo que escolher em matar, ainda que seja o mal, o que se fez ser mau é necessitado do que temos de melhor para evoluir, não tenho pretensão de corrigir tudo, mas preciso falar das coisas que me faz pior, às vezes acho que pirei, eu sei, é preciso amar as pessoas ainda mais que amei minha irmã, eu não sei o que pode acontecer pela manhã, mas meu sonho antigo narra a mensagem que recebe hoje pedindo por favor.
O que as palavras não puderem descrever, os sentimentos mostrarão em poucas linhas tudo aquilo que não falei, no silêncio da voz e do segredo entre nós enquanto vou palavreando-me nesse ano regido pelo fogo, que depois de queimar tudo, trás o novo...
Eu não espero que um dia a gente possa refletir, que maneira de descobrir porque mãe natureza fez surgir à cor, o que for diferente do seu tom quando explicar a diferença plena em sutilezas das cores em uma só flor. Somos dois filhos á beira mar, tarde linda que não quer passar, à sombras da arvore grande da vida vendo o sol que insiste em se pôr, são às duas ilhas do fundo em alto-mar, um arco-iris no céu do atlântico sul, são as penas amarelas do seu brinco que voam ao vento e vem compôr o meu cocar azul.
Eu não quero mais dormir, fechar os olhos para o que já se anunciou, o destino escolheu ou seja lá como for, este mundo se perdeu, o que você procura encontrar nas pessoas do bem, adoeceu. Vejo o nulo conjugado ao infinito, e sem pudor não me iludo, tudo está ao contrario nesse estado desumano, se eu luto em uma guerra que não me alistei, isso foi o que me impõe o seu rei, uso minha paz como arma por que não quero espada na mão defendendo a lei, pode o destino dar o azar, prefiro ter como proteção o meu escudo que escolher em matar, ainda que seja o mal, o que se fez ser mau é necessitado do que temos de melhor para evoluir, não tenho pretensão de corrigir tudo, mas preciso falar das coisas que me faz pior, às vezes acho que pirei, eu sei, é preciso amar as pessoas ainda mais que amei minha irmã, eu não sei o que pode acontecer pela manhã, mas meu sonho antigo narra a mensagem que recebe hoje pedindo por favor.
O que as palavras não puderem descrever, os sentimentos mostrarão em poucas linhas tudo aquilo que não falei, no silêncio da voz e do segredo entre nós enquanto vou palavreando-me nesse ano regido pelo fogo, que depois de queimar tudo, trás o novo...

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