
Mas isso não é tudo. Uma vez dividido ao infinito, seu destino quer que ele se reconstitua em sua unidade ontológica; depois de ele ter descido, seu destino quer que ele ascenda, que ele evolua, enfim, depois de ter involuído.
Não abordaremos o problema - tão perturbador em sua profundidade oculta - das redenções mineral, vegetal e animal: esse mistério jamais será totalmente desvendado.
Não abordaremos o problema - tão perturbador em sua profundidade oculta - das redenções mineral, vegetal e animal: esse mistério jamais será totalmente desvendado.
Porém, tomando o ser adâmico nos dois terços de sua viagem de retorno, enquanto ele, já parcialmente livre dos estreitos e despóticos entraves com que a natureza física o sobrecarregou, pôde evoluir até a condição de homem. Permitimo-nos examinar, em linhas gerais, seu retorno à sua síntese verbal, o Adão celeste.
Por que esforços pode o homem carnal trabalhar para a reconquista do éden de sua divindade coletiva? Antes de tudo, pelo estabelecimento, desde esta esfera inferior, de um Estado Social hierárquico.
Em que se funda tal Estado Social? Antes de tudo, na Família.
Em que repousa a Família? Antes de tudo, no Amor.
O Amor aparece-nos, sob suas diversas formas, como sendo o princípio essencial da redenção e o instrumento primordial da reintegração.
Com relação aos indivíduos, o Amor é, com efeito, o elo moral que liga o homem à mulher; com relação às almas, ele é, ainda, o apelo magnético à vida objetiva; é ele que, infundindo nelas uma perturbação deliciosa, concita-as a encarnar-se e as faz rolar, vencidas, no turbilhão fatal das gerações. Com relação ao Estado Social, o Amor é, enfim, o irresistível procurador das raças: obseda, possui e cativa os amantes. Instilando neles um furor apenas saciável pela união dos sexos, ele abre incessantemente às pobres almas a porta estreita da existência física e terrestre.
Mas isso não é tudo: a estranha propagação dos tipos individuais ao longo da cadeia das filiações, esse fenômeno cujo vago nome de atavismo, na mente de tantos pensadores, designa apenas um impenetrável mistério - tudo isso só encontra solução no Amor!... Veremos oportunamente que, sob a forma sublimada da Caridade, é ainda o Amor que opera, pela ascensão primeiramente individual das almas, depois, por sua adição nupcial por grupos bissexuados e complementares, cuja fusão harmoniosa, em progressão matemática, resume a síntese relativa, que só encontra seu termo absoluto em Deus.
Por que esforços pode o homem carnal trabalhar para a reconquista do éden de sua divindade coletiva? Antes de tudo, pelo estabelecimento, desde esta esfera inferior, de um Estado Social hierárquico.
Em que se funda tal Estado Social? Antes de tudo, na Família.
Em que repousa a Família? Antes de tudo, no Amor.
O Amor aparece-nos, sob suas diversas formas, como sendo o princípio essencial da redenção e o instrumento primordial da reintegração.
Com relação aos indivíduos, o Amor é, com efeito, o elo moral que liga o homem à mulher; com relação às almas, ele é, ainda, o apelo magnético à vida objetiva; é ele que, infundindo nelas uma perturbação deliciosa, concita-as a encarnar-se e as faz rolar, vencidas, no turbilhão fatal das gerações. Com relação ao Estado Social, o Amor é, enfim, o irresistível procurador das raças: obseda, possui e cativa os amantes. Instilando neles um furor apenas saciável pela união dos sexos, ele abre incessantemente às pobres almas a porta estreita da existência física e terrestre.
Mas isso não é tudo: a estranha propagação dos tipos individuais ao longo da cadeia das filiações, esse fenômeno cujo vago nome de atavismo, na mente de tantos pensadores, designa apenas um impenetrável mistério - tudo isso só encontra solução no Amor!... Veremos oportunamente que, sob a forma sublimada da Caridade, é ainda o Amor que opera, pela ascensão primeiramente individual das almas, depois, por sua adição nupcial por grupos bissexuados e complementares, cuja fusão harmoniosa, em progressão matemática, resume a síntese relativa, que só encontra seu termo absoluto em Deus.
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