
Três coisas há que são insaciáveis quatro que nunca dizem, se castra!
O abismo e o ventre estéril, a terra que não se sacia de água e o fogo que nunca diz basta.
O olho que escarnece o pai e despreza a obediência a mãe, que os corvos do aroio o esgravatem e devorem-no os filhotes da águia sem apoio, sem sentimento
Há três coisas que me sobrepujam, uma quarta que não compreendo.
O caminho da águia pelo céu, o caminho da serpente sobre a rocha, o caminho do navio no alto mar e o caminho do homem para uma jovem, tal é o proceder de uma mulher adultera; come e, limpando-se a boca diz, “Não fiz nada de mal”.
Por três coisas treme a terra, e quatro não pode suportar; Um escravo que chega a ser rei, um insensato farto de pão, uma mulher desdenhada que encontra marido e uma criada que suplanta a patroa.
Quatro coisas pequenas há na terra, porém são mais sabias do que os sábios: As formigas, povo sem força, que preparam suas provisões no verão, os nulos, povo sem poder, e, contudo fazem suas tocas na rocha; Os gafanhotos, que não tem rei, e, contudo avançam todos em formação; As lagartixas, que se pode pegar com a mão e, contudo habitam nos palácios reais.
Há três coisas de passo galhardo, e uma quarta de caminhar garboso: O leão, o mais valente dos animais, que não retrocede diante de nada: O galo empertigado, ou o bode e o rei à testa do seu exercito.
Se te envaidece e te dá conta, Põe a mão sobre a boca, porque pressionando o leite sai à manteiga e pressionando o nariz, sai sangue, e pressionando a ira sai à contenda.
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